Fundação Renova

Avanços no canteiro de obras do reassentamento de Paracatu de Baixo

Publicado em: 17/01/2019

Reassentamentos

Está começando a terraplenagem do terreno, mais um passo no processo de reconstrução do subdistrito

 

No dia 14/01, teve início o processo de terraplenagem do canteiro de obras no terreno de Lucila, escolhido pela comunidade para a construção do reassentamento de Paracatu de Baixo (MG). A área está sendo preparada para receber os escritórios, sanitários, refeitório e o ambulatório para as empresas que vão trabalhar nas obras.

O terreno de Lucila, escolhido pela comunidade para a construção do reassentamento, já está recebendo a terraplenagem para o canteiro de obras. | Foto: divulgação

O objetivo dessa fase é antecipar as instalações dos escritórios e estruturas de apoio. Cerca de dez equipamentos devem operar no local para movimentar a terra e fazer o içamento dos containers que abrigarão as estruturas. Também estão sendo realizadas drenagens no acesso à obra e instaladas cercas e placas de sinalização. A previsão é que o número de trabalhadores chegue a 55 no pico da obra.

SAIBA COMO SERÁ A CONSTRUÇÃO DE PARACATU DE BAIXO

Passo a passo do reassentamento

Em setembro de 2018, o projeto conceitual urbanístico do reassentamento foi aprovado pela comunidade em assembleia — recebendo 97% de votos favoráveis. O modelo validado pelos moradores estabelecia o traçado das ruas, a localização dos lotes, dos equipamentos públicos, entre outros.

Em 20/11/18, a Prefeitura de Mariana (MG), concedeu a Dispensa de Licenciamento Ambiental para a implantação do canteiro. Com isso, foi possível iniciar a primeira fase das obras no terreno.

No dia 16/01, foi protocolado para análise o projeto de ocupação do terreno pelos órgãos de licenciamento urbanístico. Até o final de janeiro, o projeto será submetido à análise ambiental. No mês passado, a Prefeitura de Mariana sancionou a segunda e última lei que permite o parcelamento do solo e a criação e regulamentação da poligonal de Área de Diretrizes Especiais (ADIES), cumprindo todas as exigências do Plano Diretor Urbano e Ambiental.

O novo subdistrito, que vai ocupar uma área de aproximadamente 95 hectares, deverá se aproximar ao máximo das características físicas e dos aspectos patrimoniais e culturais da antiga Paracatu de Baixo, mantendo especialmente as relações de vizinhança.

Todas as etapas desse trabalho acontecem com total envolvimento da comunidade, representada pela comissão de atingidos e assessoria técnica.

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