Fundação Renova

Fundação Renova realiza mapeamento de fornecedores atingidos

Publicado em: 02/06/2020

Economia Local

As ações incluem ainda o estímulo para a formalização para que possam expandir suas possibilidades de atuação

A Fundação Renova tem como prática priorizar os produtos e serviços de produtores e cooperativas dos locais atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão. Dessa forma, as áreas de Economia e Inovação e Desenvolvimento Local vêm trabalhando no mapeamento de atingidos que possam fornecer produtos ou serviços à Renova e empresas parceiras.

As ações incluem ainda o estímulo para que se formalizem e, assim, expandem suas possibilidades de atuação. Desde maio do ano passado, o programa está listando esses fornecedores, o que inclui visitas a eles — suspensas com a recomendação de isolamento social devido à pandemia do novo coronavírus.

“A Renova já faz a compra de produtos dos atingidos, mas neste momento de pandemia queremos reforçar a importância de os colaboradores priorizarem esses fornecedores locais, já que muitos estão fazendo entregas. A lista é um trabalho que o programa de Economia e Inovação desenvolve sobre os atingidos que fornecem serviços ou produtos. Assim, incentivamos a própria Fundação e contratadas a comprarem esses produtos, fomentando a economia local”, afirma Cristiano Matos, técnico de Economia e Inovação da Fundação Renova.

Veja a lista com os fornecedores dos territórios e, em caso de dúvidas, procure o programa de Economia e Inovação da sua cidade!

Economia Solidária

O conceito de economia solidária, que ganhou força no Brasil a partir dos anos 80 e 90, remete à transformação das formas de comprar e vender produtos ou serviços. Esse modelo se mostra ainda mais importante quando as taxas de desemprego estão altas ou o momento é de dificuldade para pequenos empreendedores, como na pandemia pelo novo coronavírus.

Na economia solidária, os trabalhadores se tornam os donos dos negócios, responsáveis por tomar decisões e repartir os resultados. As cooperativas e associações são exemplos disso, pois a forma de trabalho é colaborativa e prioriza-se as necessidades do grupo como um todo. Esse modelo também tem como características a solidariedade, a igualdade, a autogestão e a organização democrático-participativa.

Outro ponto fundamental na economia solidária é considerar o bem-estar tanto das pessoas envolvidas na produção quanto de quem consome o produto ou serviço. Assim, é possível gerar trabalho e renda com foco no desenvolvimento da sociedade como um todo, sem deixar de considerar os impactos das ações adotadas no meio ambiente e na comunidade.

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