Fundação Renova

25 – Revegetação, enrocamentos e outros métodos

Objetivo do programa

Revegetar inicialmente 800 hectares e, em seguida recuperar, 2.000 hectares na área ambiental 1 (áreas abrangidas pela deposição de rejeitos nas calhas e margens dos rios Gualaxo do Norte, Carmo e Doce, considerando os respectivos trechos de seus formadores e tributários, bem como as regiões estuarinas, costeiras e marinha na porção impactada pelo rompimento) nos municípios de Mariana, Barra Longa, Rio Doce e Santa Cruz do Escalvado.

Progresso do programa

• Ainda seguindo os alertas da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, e diante do aumento de casos de contaminação pelo novo coronavírus (COVID-19) no Brasil, a Fundação Renova, desde abril de 2020 mantém suspensas suas atividades de campo.
• Os dados de restauro florestal em área impactada acumulados até o momento estão sendo refinados para serem inseridos no sistema Geografic Information System (GIS).
• Foram executados 452 quilômetros de cercamento de Área de Preservação Permanente, acumulados até maio de 2020.

• A Fundação Renova seguindo os alertas da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, e diante do aumento de casos de contaminação pelo novo coronavírus (COVID-19) no Brasil, decidiu adotar medidas de prevenção e segurança, suspendendo suas atividades de campo.
• Foram executados 288,2 hectares de restauro florestal em área impactada acumulados até fevereiro/2020. Para o mês de março/2020, os dados estão sendo refinados para inserir no sistema Geografic Information System (GIS).
• Foram executados 459,0 quilômetros de cercamento de Área de Preservação Permanente acumulados até fevereiro/2020.
• O trecho do manejo de rejeitos 1 a 4 (propriedade Samarco, inclui área industrial), impedidos de trabalhar por necessidade de licenciamento ambiental 162 por conta da deliberação 23, que é condicionante da Samarco. Protocolo dos projetos realizado em conformidade com a condicionante 23 da licença operacional corretiva (LOC) de Germano.

• Plantio de mudas nativas nas áreas impactadas no município de Mariana/MG.
• Execução dos trabalhos de cercamento de Área de Preservação Permanente (APP), com objetivo de liberar área para plantio florestal nos municípios de Mariana/MG, Barra Longa/MG e Rio Doce/MG.
• Execução de preparo de solo, com objetivo de melhoria das condições físicas do terreno, para facilitar o crescimento e desenvolvimento de raízes nos municípios de Mariana/MG, Barra Longa/MG e Rio Doce/MG.
• Foram executados 288,2 hectares de restauro florestal em área impactada, acumulados até fevereiro de 2020.
• Foram executados 459,0 quilômetros de cercamento de Área de Preservação Permanente, acumulados até fevereiro de 2020.

• Plantio de mudas nativas nas áreas impactadas no município de Mariana/MG.
• Execução dos trabalhos de cercamento de Área de Preservação Permanente (APP) com objetivo de liberar área para plantio florestal nos municípios de Mariana/MG e Rio Doce/MG.
• Execução de preparo de solo com objetivo de melhoria das condições físicas do terreno, para facilitar o crescimento e desenvolvimento de raízes nos municípios de Mariana/MG e Rio Doce/MG.
• Foram executados 273,5 hectares de restauro florestal em área impactada, acumulados até janeiro/2019.
• Foram executados 439,3 quilômetros de cercamento de Área de Preservação Permanente, acumulados até dezembro/2019.
• Realização do workshop de produção de mudas inoculadas e viveiros familiares. Encontro para apresentação e discussões sobre o projeto de uso de microrganismos benéficos na produção de mudas nativas, destinadas ao restauro florestal de áreas atingidas por rejeito, e o projeto viveiros familiares, que objetiva a formação de uma rede de produção de mudas e estímulo à economia local. O evento aconteceu no dia 01/02/2020, e contou com a presença de todos os viveiristas familiares, os grandes viveiros que fornecem mudas para o alto Rio Doce (Ouro Verde e Árvore de Natal), empresas de restauro florestal (ERG/STCP e Egis), equipe da Universidade Federal de Minas Gerais (UFV), Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN), Fundação Renova e outros produtores rurais e empresas.
• Publicação, no dia 19/02/2020, da videorreportagem referente ao projeto que a Fundação Renova firmou em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV), para a realização de pesquisas nas regiões afetadas pelo rompimento. O estudo está em busca de estratégias para melhoria do desenvolvimento das plantas na área afetada pelo rejeito da barragem de Fundão. O trabalho coordenado pela professora doutora titular Maria Catarina Megumi Kasuya encontrou soluções que auxiliam as mudas a crescerem mais rapidamente e com mais vigor, com a ajuda de microrganismos benéficos.

• Plantio de mudas nativas nas áreas impactadas no município de Mariana/MG.
• Execução dos trabalhos de cercamento de Área de Preservação Permanente (APP), com objetivo de liberar área para plantio florestal nos municípios de Mariana/MG e Rio Doce/MG.
• Execução de preparo de solo, com o objetivo de melhoria das condições físicas do terreno, para facilitar o crescimento e desenvolvimento de raízes nos municípios de Mariana/MG e Rio Doce/MG.
• Apresentação, em Belo Horizonte/MG, do resultado dos experimentos de restauração florestal realizados, e de novos experimentos implementados em áreas sob influência de rejeitos da barragem de Fundão. Esses estudos fazem parte da parceria entre a Fundação Renova e a Universidade Federal de Viçosa, desenvolvidos pelo professor Venâncio.

O quantitativo de restauro florestal de aproximadamente 700 hectares previsto no planejamento de 2019 não foi cumprido. Causa: O número reportado de 700 hectares refere-se ao total de Área de Preservação Permanente (APP) impactada, passível de ser restaurada com floresta e que deve ser finalizada ao final de março de 2020 conforme Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC). Desse total (700 hectares), 179,94 hectares não estão liberados pelos proprietários para restauro com florestas. Os 125,55 hectares informados como realizado acumulado no ano 2019 são referentes ao plantio direto de mudas. O quantitativo de hectares para a condução de regeneração natural avançada, ainda não está contida neste valor de executado. Contramedida: Finalizar o restauro florestal de das áreas passíveis de restauração e com autorização para intervenções até o final de março de 2020.
Assinatura do termo de adesão ao Pacto pela Restauração da Mata Atlântica. Com a adesão, cria-se mais um canal para desenvolvimento, conhecimento e compartilhamento de técnicas de restauração florestal. Com mais de 260 mil membros e 10 anos de atuação, o Pacto pela Restauração da Mata Atlântica tem como objetivo aperfeiçoar técnicas florestais com resultados em larga escala e gerar benefícios ambientais, sociais e econômicos. O principal foco é viabilizar a recuperação de 15 milhões de hectares até o ano de 2050 em todo o mundo, incluindo metas de monitoramento dos resultados anuais. Com a parceria estabelecida, todas as ações de restauro florestal conduzidas pela Fundação Renova no bioma da Mata Atlântica passam a integrar as iniciativas do Pacto. Estas ações abrangem cerca de 45 mil hectares ao longo da Bacia do Rio Doce.

• Plantio de mudas nativas nas áreas impactadas no município de Mariana;
• Execução dos trabalhos de cercamento de APP (Área de Preservação Permanente) com objetivo de liberar área para plantio florestal;
• Execução dos trabalhos de diagnósticos técnicos e elaboração de projetos para plantio florestal;
• Execução de preparo de solo com objetivo de melhoria das condições físicas do terreno, para facilitar o crescimento e desenvolvimento de raízes nos municípios de Mariana, Barra Longa e Rio Doce;
• Execução dos processos de manutenção das áreas plantadas nos municípios de Mariana e Barra Longa, com utilização de roçada seletiva, reforço no combate às pragas (formigas e cupins), o coroamento das mudas, e uma adubação de cobertura.

• Execução dos trabalhos de cercamento de APP (Área de Preservação Permanente) com objetivo de liberar área para plantio florestal.
• Execução dos trabalhos de diagnósticos técnicos do plantio florestal e elaboração de projetos.
• Execução de preparo de solo com objetivo de melhoria das condições físicas do terreno, para facilitar o crescimento e desenvolvimento de raízes nos municípios de Mariana, Barra Longa e Rio Doce.
• Execução dos processos de manutenção das áreas plantadas nos municípios de Mariana e Barra Longa, com utilização de roçada seletiva, reforço no combate às pragas (formigas e cupins), o coroamento das mudas, e uma adubação de cobertura.
• Execução de irrigações das áreas plantadas nos municípios de Mariana e Barra Longa com objetivo de estabelecimento inicial das mudas.
• Iniciação do processo de produção de mudas em substrato inoculado para utilizar no restauro florestal da Frente 01 (Mariana-MG).
• Implementação de novos experimentos na região de Mariana, resultado do convênio com a Universidade Federal de Viçosa (UFV-SIF) que tem por objetivo a restauração ecológica e definição de critérios e indicadores para o monitoramento da restauração de áreas impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão. Uma das técnicas de nucleação que está sendo usada nesses experimentos são: poleiros, galharias e transposição de top soil. Todos eles conferem um processo mais ecológico de restauração, com o apelo da contribuição da fauna.
• Realização da terceira etapa da reunião do subgrupo de trabalho, em Brasília-DF, para a revisão do decreto 5.153/2004, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Sementes e Mudas (SNSM) e dá outras providências. A participação da Fundação Renova, junto a membros das Redes de Sementes da Mata Atlântica, do Cerrado e outros parceiros foi fundamental para que se conseguisse manter no decreto a figura do coletor de sementes florestais. No entendimento da Fundação, a figura do coletor de sementes garante a rastreabilidade de todo o processo da cadeia de sementes florestais, além de dar visibilidade a um elo da cadeia do setor de mudas e sementes que normalmente encontra-se marginalizado.

• Execução de cercamento de APP (Área de Preservação Permanente) a fim de liberar área para plantio.
• Execução dos diagnósticos técnicos do plantio florestal, elaboração de projetos e preparo de solo nos municípios de Mariana e Barra Longa (MG).
• Execução de trabalhos de manutenção das áreas plantadas nos municípios de Mariana e Barra Longa (MG).
• Execução de irrigações das áreas plantadas nos municípios de Mariana e Barra Longa (MG).
• Realização da reunião de kick-off entre Fundação Renova e Universidade Federal de Viçosa (UFV) para pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de monitoramento e recuperação do solo diretamente impactado pelo rejeito de Fundão nos municípios de Mariana, Rio Doce, Santa Cruz do Escalvado e Barra Longa (Área Ambiental 1), em Minas Gerais.
• Realização de visitas a quatro propriedades rurais de cuidadores de mudas da Agroflor, onde foram iniciadas as capacitações destes e a preparação para implantação de microviveiros florestais adaptados a agricultores familiares. As visitas contaram com participação da Fundação Renova, Agroflor e Universidade Federal de Viçosa.
• Iniciação da produção de mudas em substrato inoculado com microrganismos provenientes da parceria entre a Fundação Renova e Universidade Federal de Viçosa. Inicialmente, serão produzidas 22 mil mudas, que serão cuidadas por quatro produtores rurais de Mariana. Quando prontas, as mudas serão plantadas nas áreas executadas pela Agroflor, na região do Alto Rio Doce, nas Frentes 02 e 03.
• Apresentação dos critérios políticos, sociais, institucionais, ecológicos e tecnológicos usados para mapear e priorizar as áreas de restauração florestal ao longo da bacia do rio Doce, e dos trabalhos sobre as ações emergenciais pós-rompimento, reparação integrada de propriedades rurais e estratégia de engajamento dos produtores rurais. A apresentação foi realizada pela equipe do Uso Sustentável da Terra entre os dias 24 e 28/09, na 8ª Conferência Mundial de Restauração Ecológica, que aconteceu na Cidade do Cabo, África do Sul. Os estudos foram desenvolvidos em parceria com as Universidades Federais de Minas Gerais e de Viçosa (UFMG e UFV).

• Execução de cercamento de APP a fim de liberar área para plantio, de modo a cumprir o marco de restauro florestal em área impactada até março de 2020.
• Execução dos diagnósticos técnicos, elaboração de projetos e preparo de solo.
• Execução de trabalhos de manutenção das áreas plantadas.
• Execução de irrigações das áreas plantadas.
• Entrega do relatório de indicadores de cobertura vegetal e de solo exposto.
• Entrega do relatório de indicador de redução de perda de solo.
• Apresentação da metodologia e cronograma do Inventário Florestal realizado pela empresa contratada Brandt no SEAMA-ES (com a participação do secretário do Meio Ambiente do Estado do Espírito Santo) e no ICMBio (Brasília).
• Workshop de produção de mudas de espécies florestais nativas inoculadas com microrganismos benéficos para a revegetação da bacia do rio Doce, em Governador Valadares (MG), produto da parceria entre UFV/ FUNARBE e a Fundação Renova.
• Capacitação técnica de monitoramento de áreas naturais e em processo de restauração realizada nos dias 19 e 20/08/2019 no Instituto Terra, em Aimorés (MG). Com a participação de técnicos envolvidos na recuperação da bacia do rio Doce, o curso contou com aulas práticas e teóricas ministradas por especialistas da Bioflora Tecnologia da Restauração. Além dos colaboradores da Fundação Renova, Progen, Brandt e Instituto Terra, também participaram os membros da CT-Flor (Ibama, CBH-Doce, IEF, IEMA).
• Apresentação do Portal GIS (Geographic Information System) e início do processo de cadastro e treinamentos dos membros da CT-Flor no portal. O portal vai facilitar o acompanhamento e aprimorar as vistorias e avanços dos programas.

• Execução de cercas das áreas de APP nos municípios de Mariana, Barra Longa, Rio Doce, Santa Cruz e Ponte Nova.
• Início da atuação de uma das empresas contratadas para restauro florestal Frente 03 (Barra Longa). Esta entrega refere-se ao marco de restauro florestal em área impactada até março de 2020.
• Manutenção e preparo de solo em parte das áreas impactadas para a restauração florestal, nos municípios de Mariana, Barra Longa, Rio Doce, Santa Cruz do Escalvado e Ponte Nova. Esta entrega refere-se ao marco de restauro florestal em área impactada até março de 2020.
• Início dos trabalhos de elaboração de projetos e diagnósticos no município de Mariana, frente 1 (Bento antigo até a comunidade de Ponte do Gama).
• Apresentação da metodologia do Inventário Florestal para a SEMAD e solicitação de apoio no que diz respeito a anuências, informações e mapas.
• Apresentação dos resultados preliminares do Convênio com o Prof. Venâncio, resultados consolidados da Operação Augias-Fase Argos pelo IBAMA e apresentação da metodologia dos índices de cobertura vegetal e solo exposto pela GeoPixel, na Reunião com a AECOM.
• Apresentação da metodologia do Inventário Florestal para a IEMA-ES, ICMBio/SISBIO e solicitação de apoio no que diz respeito a anuências, informações e mapas.
• Apresentação na CT-Flor dos controles de monitoramento da qualidade, como levantamentos via aplicativos de celular, ligados com a plataforma GIS, monitorando os pontos erosivos, controle do gado nas APPs, cercamentos e plantios florestais.
• Contratação da empresa para execução da manutenção do controle de processos erosivos nas calhas e tributários.

• Análise e assinatura de minuta contratual para contratação da empresa responsável pelos serviços de manutenção, controle de processos erosivos e cobertura vegetal (deliberação 261/2018 — PG023).
• Cercamentos de APP a fim de liberar área para plantio para cumprir o marco de restauro florestal em área impactada até março de 2020.
• Início da atuação de uma das empresas contratadas para restauro florestal atrasado. Causa: atraso na negociação de valores dos serviços e insumos com a contratada. Contramedida: encerrar as negociações entre suprimentos e a contratada a fim de dar condições para início da atuação em 08/07.
• Início da mobilização e planejamento da contratada para a execução do restauro florestal no território de Mariana, frente 1 (Bento antigo até a comunidade de Ponte do Gama).
• Kick-off da empresa responsável pelo serviço de consultoria técnica em restauração florestal.
• Início do processo de inventário florestal na bacia do rio Doce realizado pela empresa contratada.
• Divulgação de resultados dos trabalhos de controle de processos erosivos e produção de biomassa, na área com deposição de rejeito, na Fundão Dam Science Meeting, Brasília (DF).

• Plantio de mudas nativas para restauro florestal: no mês de maio/19, estava previsto um plantio de 0,7 hectares sob o rejeito. Foi realizado o plantio de 2,3 hectares.
• Cercamentos das áreas de APP: no mês de maio/19, estava previsto uma delimitação das áreas de APP com cerca de 6 km. Foi realizado o cercamento de 9,5 km.
• Reunião de kick-off com CONSÓRCIO ERG/STCP realizada para substituição da empresa EMFLORTEC.
• Aprovação do plano de trabalho da Brandt para “Monitoramento: Inventário Florestal da Bacia”.

• Plantio de mudas nativas para restauro florestal: no mês de abril/19, estava previsto um plantio de 3,9 hectares sob o rejeito. Foi realizado o plantio de 7,1 hectares.
• Cercamentos das áreas de APP: no mês de abril/19, estava prevista uma delimitação das áreas de APP com cerca de 4,6 km. Foi realizado o cercamento de 7,4 km.
• Em relação aos principais marcos dos próximos 12 meses, foi iniciado o processo de monitoramento da qualidade do plantio realizado pelas contratadas na Frente 02.
• Planejado: reunião de kick-off com CONSÓRCIO ERG/STCP para substituição da empresa EMFLORTEC. Causa: reunião de kick-off não realizada, pois a assinatura do contrato com suprimentos atrasou em função dos dados de cadastro (CNPJ da empresa). Contramedida: a contramedida adotada foi a reprogramação do kick-off com CONSÓRCIO ERG/STCP.

As ações desses Programas estão sendo reportadas de forma integrada entre os programas socioambientais: 17 (Retomada das Atividades Agropecuárias), 25 (Recuperação da Área Ambiental 1) e 40 (Fomento ao CAR e PRA), devido à atuação simultânea nas mesmas propriedades para reparação e adequação de propriedades rurais impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão.

Restauração Florestal Mariana — Frente 1: Finalização do processo de contratação do consórcio que atuará nesta frente. Kick-off previsto para primeira quinzena de abril.
Restauração Florestal Mariana/Barra Longa — Frente 2: Plantio acumulado de 96,97 ha dos 211,67 ha previstos (45,71% de área plantada), além da implantação de sistema de silvicultura e intervenções de preparo do solo e contagem de regenerantes.
Restauração Florestal Barra Longa — Frente 3: Plantio acumulado de 4,225 ha dos 304,84 ha previstos (1,39% de área plantada). Atividades de campo paralisadas, pois o contrato está em processo de distrato comercial. Planejamento de execução com outra empresa, não afetando o prazo de março de 2020.
Restauração Florestal PN, RD e SC — Frente 4: Plantio acumulado de 22,45 ha dos 284,53 ha previstos (7,9% de área plantada). Em março também foram executadas outras atividades de manutenção nas propriedades dessa frente.
Criação de uma Sala de Gestão de crise para identificação e tratativas de temas relacionados ao município de Barra Longa.
Em março foi aprovada pela CT-FLOR a definição do Programa 40. Em relação ao PRA, para encerrar o programa será necessária a obtenção do termo de aceite ou desistência do proprietário. Durante o mês de abril, o CIF deve publicar a deliberação oficializando a definição do programa.
Os trabalhos de atualização das senhas de acesso ao Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (SICAR) estão em andamento para posterior retificação dos registros. Coleta de assinatura dos termos de entrega do CAR em andamento.
Divulgação dos resultados do edital de ATER para os lotes 1 e 2 (de Mariana a Rio Doce).
Finalização do processo de contratação do monitoramento da qualidade do plantio (empresa contratada Bioma Meio Ambiente).

As ações desses Programas estão sendo reportadas de forma integrada entre os programas socioambientais: 17 (Retomada das Atividades Agropecuárias), 25 (Recuperação da Área Ambiental 1) e 40 (Fomento ao CAR e PRA), devido à atuação simultânea nas mesmas propriedades para reparação e adequação de propriedades rurais impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão.

Início da implantação do Sistema Agroflorestal (SAF), que visa ao cultivo simultâneo de espécies do restauro florestal e de interesse agrícola em um mesmo espaço geográfico, no intuito de otimizar o espaço rural, dando sustentabilidade à produção.
Início da implantação de sistema de silviculturas, que consiste na sequência de amostragens e tratamentos silviculturais, visando ao favorecimento direcionado de certas árvores para obter formação florestal com uma proporção de árvores de espécies comerciais, desejáveis e cada vez mais vigorosas.
Em fevereiro, foi discutida e revisada pela CT-FLOR a definição do Programa 40. Durante o mês de março, a Fundação Renova vai se posicionar quanto às revisões propostas e, posteriormente, encaminhar ao CIF para aprovação.
Aprovação das definições do Programa de Retomada das Atividades Agropecuárias (PG017), por meio da Deliberação CIF n°263.
Finalização da análise técnica das propostas recebidas para o Edital “ATER Sustentabilidade — Retomada das Atividades Agropecuárias”.

As ações desses Programas estão sendo reportadas de forma integrada entre os programas socioambientais: 17 (Retomada das Atividades Agropecuárias), 25 (Recuperação da Área Ambiental 1) e 40 (Fomento ao CAR e PRA), devido à atuação simultânea nas mesmas propriedades para reparação e adequação de propriedades rurais impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão.

Em janeiro, foi iniciada a análise técnica das propostas recebidas para o Edital “ATER Sustentabilidade – Retomada das Atividades Agropecuárias”. As ações de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) darão suporte ao processo de retomada das atividades agropecuárias em propriedades atingidas, conforme a cláusula 125c do Termo de Transação e Ajuste de Conduta (TTAC).
Finalizado o mapeamento das áreas de preservação permanente ao longo de toda a área impactada da barragem de Fundão a Candonga. Esse estudo, que aplicou em detalhes as orientações do Código Florestal, trata da qualificação do mapeamento realizado pós-rompimento. A identificação dos tributários e nascentes foi feita inicialmente por meio de imagens de satélite e, logo após, aferidas pelas equipes de campo. Dessa forma, além de reparar o dano causado, será possível definir as áreas objeto de regularização ambiental nas propriedades impactadas. A partir desse material, o planejamento do restauro florestal nestas áreas será realizado de forma mais objetiva e com comunicação direta junto ao produtor rural e órgãos responsáveis pela aprovação das ações da Fundação Renova.
Nos dias 22 e 23/01, ocorreram visitas técnicas de empresas para contratação dos serviços de hortas e pomares. O escopo de atuação dos contratos foi dividido em 2 partes: Pacote 1 — Mariana; e Pacote 2 — Barra longa, Rio Doce, Ponte Nova, S. C. do Escalvado e Quintais de Barra Longa. A visita técnica tem objetivo de alinhar as especificações dos serviços a serem executados junto às empresas proponentes como forma de garantir a qualidade da contratação, evitando atrasos na execução dos serviços.

As ações desses Programas estão sendo reportadas de forma integrada entre os programas socioambientais: 17 (Retomada das Atividades Agropecuárias), 25 (Recuperação da Área Ambiental 1) e 40 (Fomento ao CAR e PRA), devido à atuação simultânea nas mesmas propriedades para reparação e adequação de propriedades rurais impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão.

Em dezembro/2018, encerrou-se o recebimento de propostas de instituições públicas e privadas interessadas em participar do Edital ATER Sustentabilidade — Retomada das Atividades Agropecuárias. As ações de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) darão suporte ao processo de retomada das atividades agropecuárias em propriedades atingidas, conforme a cláusula 125c do Termo de Transação e Ajuste de Conduta (TTAC). O edital foi desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário (SEDA) e a Câmara Técnica de Economia e Inovação do Comitê Interfederativo (CIF).
Em 17/12/2018, iniciou-se a mobilização da equipe da EMATER (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural) para realização das atividades de consultoria e capacitação.
Nos dias 17 e 18/12, foi realizada a implantação de nucleários na propriedade do Sr. Ivaldil, em Mariana (MG). O nucleário é um sistema de plantio florestal para recuperação de grandes áreas degradadas. O objetivo é facilitar o trabalho de plantio de mudas barateando o custo das restaurações florestais, com o mínimo de manutenção e o máximo de eficiência. O produto ficou classificado entre 8 finalistas do Desafio Ambiental promovido pela WWF e foi premiado nos principais prêmios de design do mundo.
Em 19/12/2018, ocorreu a Oficina de Implantação de SAF (Sistemas Agroflorestais). A oficina foi conduzida em formato de mutirão para o início da primeira Unidade Demonstrativa de SAF do projeto Renovando Paisagem. O objetivo é ensinar técnicas de restauração de florestas e áreas degradadas por meio da plantação de múltiplas culturas agrícolas com espécies arbóreas.
Em 05/12/2018, foi realizada capacitação de Hortas Agroecológicas. O curso foi ministrado pelo produtor rural Waldir Pollack, atingido pelo rompimento da barragem de Fundão, com o objetivo de ensinar práticas sustentáveis da agricultura orgânica. As aulas acontecem quinzenalmente na sua propriedade, na comunidade de Paracatu de Cima (MG).

As ações desses Programas estão sendo reportadas de forma integrada entre os programas socioambientais: 17 (Retomada das Atividades Agropecuárias), 25 (Recuperação da Área Ambiental 1) e 40 (Fomento ao CAR e PRA), devido à atuação simultânea nas mesmas propriedades para reparação e adequação de propriedades rurais impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão.

Em novembro, teve início o processo de restauração florestal na Frente 4 (Rio Doce, Ponte Nova e Santa Cruz do Escalvado).

Além disso, técnicos da Fundação Renova foram convocados para entrevistas em diversos canais de comunicação, como Jornal Nacional, Jornal Hoje, Band SP, Band MG, NBR, Rádio Itatiaia, etc. A grande demanda de informações veio junto do marco de 3 anos do rompimento da barragem de Fundão.

No dia 08/11, foi lançado o edital de pesquisa em parceria com as Fundações de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais e do Espírito Santo (FAPEMIG e FAPES), buscando a implementação de ações para produção de conhecimento associado à segunda recuperação dos prejuízos econômicos, sociais e ambientais decorrentes do rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG).

No dia 13/11, ocorreu um curso de SAFs (Sistemas Agroflorestais) organizado pela WRI, que tem como objetivo ensinar técnicas de restauração de florestas e áreas degradadas por meio da plantação de múltiplas culturas agrícolas com espécies arbóreas.

Entre os dias 21/11 e 23/11, ocorreu em Belo Horizonte a II Conferência Brasileira de Restauração Ecológica da SOBRE (Sociedade Brasileira de Restauração Ecológica), ocasião em que vários trabalhos da UST foram apresentados.

As ações desses Programas estão sendo reportadas de forma integrada entre os programas socioambientais: 17 (Retomada das Atividades Agropecuárias), 25 (Recuperação da Área Ambiental 1) e 40 (Fomento ao CAR e PRA), devido à atuação simultânea nas mesmas propriedades para reparação e adequação de propriedades rurais impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão.

No mês de outubro, em Mariana, foram oferecidos cursos de capacitação em horticultura orgânica para 17 atingidos. O principal objetivo da iniciativa é gerar alternativas de produção de renda e fortalecer a agricultura familiar nas propriedades. O produtor Waldir Pollack, contratado pela Fundação Renova, ministrou 2 cursos em outubro (24/10 e 31/10) sobre este tema.
O processo de restauração florestal na Frente 3 (Barra Longa) e Frente 4 (Ponte Nova, Rio Doce e Santa Cruz do Escalvado) foi iniciado, já tendo como resultado visitas em campo e análise de amostragem de solos.
No final de outubro, foi aberto o processo de inscrição para o segundo Edital ATER Sustentabilidade — Retomada das Atividades Agropecuárias, desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário (SEDA) e a Câmara Técnica de Economia e Inovação do Comitê Interfederativo (CIF). O objetivo é apoiar o processo de readequação ambiental e a aplicação de práticas sustentáveis de produção em propriedades rurais atingidas pelo rompimento da barragem de Fundão, com abrangência nos municípios de Mariana, Barra Longa, Santa Cruz do Escalvado, Ponte Nova e Rio Doce. As inscrições para o edital vão até o início de dezembro. Poderão participar instituições públicas e privadas.
Em outubro, obteve-se a primeira evidência de regeneração natural nas áreas atingidas pelo rejeito, na bacia do Rio Doce. Com os resultados de um experimento feito pelo convênio entre a Universidade Federal de Viçosa e a Fundação Renova, observou-se uma maior predominância de espécies pioneiras nos ambientes afetados pela lama, em comparação com ambientes de referência.
Além disso, foram realizadas 25 obras de barraginhas e coletadas 333 amostragens de solos no mês de outubro.

As ações desses Programas estão sendo reportadas de forma integrada entre os programas socioambientais: 17 (Retomada das Atividades Agropecuárias), 25 (Recuperação da Área Ambiental 1) e 40 (Fomento ao CAR e PRA), devido à atuação simultânea nas mesmas propriedades para reparação e adequação de propriedades rurais impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão.

As ações desses Programas estão sendo reportadas de forma integrada entre os programas socioambientais: 17 (Retomada das Atividades Agropecuárias), 25 (Recuperação da Área Ambiental 1) e 40 (Fomento ao CAR e PRA), devido à atuação simultânea nas mesmas propriedades para reparação e adequação de propriedades rurais impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão.

No dia 27/08, iniciou-se a contratação da Reestruturação Produtiva das propriedades impactadas nos Municípios de Mariana, Barra Longa, Rio Doce, Ponte Nova e Santa Cruz do Escalvado. Esta contratação irá atuar diretamente no manejo de pastagem destes produtores, proporcionando fertilidade do solo e produtividade, sendo um dos principais vetores da Retomada das Atividades Agropecuárias. O final destas atividades está previsto para março de 2020.

No dia 24/08, iniciou-se a contratação da Restauração Florestal das propriedades impactadas nos Municípios de Barra Longa, Rio Doce, Ponte Nova e Santa Cruz do Escalvado (frentes 3 e 4). Esta contratação irá atuar diretamente na Recuperação Ambiental destas propriedades, com um total de 495 hectares a recuperar. Destaca-se a eficiente negociação, em que foi atingida redução de aproximadamente 20% no custo por hectare em relação à contratação realizada em fevereiro para as frentes 1 e 2 (Mariana e Barra Longa). Espera-se o início das atividades pela contratada até o dia: 24/09.

No dia 23/08, foi realizado, em Barra Longa curso teórico de Sistemas Agroflorestais para os atingidos interessados em se tornarem uma das cinco Unidade Demonstrativas deste tema. Foram capacitados, além de parte da equipe Renova, 10 atingidos. No dia 29/08, foi realizado intercâmbio em fazenda modelo localizada em Araponga/MG para continuidade da capacitação destes interessados. As Unidades Demonstrativas são uma entrega-chave dos programas de Retomada das Atividades Agropecuárias e Restauração Florestal, pois promovem capacitação e exposição de tecnologias para diversificação da economia local.

De 16 a 18 de julho, foram realizadas oficinas de sensibilização nos municípios de Mariana, Barra Longa e Rio Doce. Essas oficinas, com a presença de aproximadamente 80 produtores rurais atingidos, têm o objetivo de motivar as famílias a aderir a tecnologias de produção sustentável para a Retomada das Atividades Agropecuárias e formação das Unidades Demonstrativas de SAF (sistemas agroflorestais), Silvicultura de Espécies Nativas e Pastagem Ecológica.

Também pelo Projeto Renovando Paisagens, dias 26 e 27 de julho foram realizadas mais duas oficinas com lideranças locais para identificação de fatores críticos de sucesso e mapeamento de atores associados à restauração de paisagens, parte da aplicação do ROAM (metodologia de análises em restauração florestal) no território do Gualaxo do Norte estendido.

Em julho foi iniciado o atendimento emergencial para produtores do Rio Pequeno/Lagoa do Juparanã. Em virtude do alagamento da região frente a construção do barramento para impedir a possível entrada de material proveniente do rejeito, está em andamento arrendamento de pasto para relocação de bovinos de produtores rurais da região. Ainda dentro dessa ação emergencial, está sendo providenciado o fornecimento de silagem e materiais para execução de cerca para criadores de ovelha.

Já alcançamos 197 PASEA emitidos e 207 avaliações de sustentabilidade (ISA) concluídos para 236 propriedades elegíveis, das quais 228 têm Cadastro Ambiental Rural ativo e 179 já retificados; 72,0 hectares de restauração florestal concluídos de um total de 647 hectares passíveis de reflorestamento; 21.186 toneladas de silagem entregues para produtores impactados; 2.666 horas de assistência técnica e extensão rural para 166 propriedades.

Em junho, o equipe de Uso Sustentável da Terra passou a contar com um especialista em Sistemas de Informação Geográfica. Ele passou a ser responsável pela organização, padronização, publicação e geração de indicadores a partir dos dados geográficos coletados pelas diversas disciplinas.

Este profissional irá transitar por diversas áreas, apoiando no processo de planejamento para a contratação de serviços que envolvam a geração de dados espaciais, bem como no uso dessas informações para garantir a definição de indicadores e o monitoramento das ações do Uso Sustentável da Terra. Ele também aplicará geotecnologias para uso das equipes de campo, o que contribuirá para a agilidade na execução de todas essas etapas para o aumento da qualidade da informação gerada.

Essa alteração também trará impactos positivos para a elaboração dos projetos advindos das soluções definidas no Plano de Adequação Socioeconômico e Ambiental (Pasea), que é focado nas ações reparatórias, no Projeto Individual de Propriedade (PIP), destinado às propriedades que estão recebendo os programas compensatórios. Isso porque a mudança permitirá o acompanhamento da sua evolução por meio de uma plataforma online, atendendo às novas demandas da governança da Fundação, órgãos públicos e sociedade civil.

As ações desse programa estão sendo reportadas na seção destinada ao Programa 17, que trata das ações integradas entre as iniciativas socioambientais e socioeconômicas para reparação e adequação de propriedades rurais impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão.

Foi aprovado convênio com a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) para coleta e análise comparativa da presença de metais traço no solo, em seres que se alimentam das flores, além das partes que consumimos dos alimentos (fração biodisponível). Os resultados desses estudos responderão sobre a toxicidade do rejeito e seus possíveis efeitos na cadeia alimentar.

Esses estudos também servirão de base para pesquisas sobre riscos ecológicos e à saúde humana, que serão conduzidos pela Fundação Renova. A primeira etapa desse trabalho são as expedições de campo, que têm como objetivo a coleta de amostras.

O mês de março marcou o início do cercamento de Áreas de Preservação Permanente (APPs) para a restauração florestal dos lotes 3 e 4 (Barra Longa a Rio Doce). Essa atividade trata da execução de serviços preliminares às atividades de plantio, que tem início previsto para outubro de 2018.

Foi celebrado convênio com as Universidades Federais de Minas Gerais e de Viçosa (UFV/UFMG) para início do acompanhamento técnico/científico da restauração florestal. O escopo do convênio envolve orientação técnica para adaptação, implantação de técnicas alternativas de restauração ecológica, bem como auxiliar no monitoramento e definição dos indicadores.

O programa protocolou no CIF e na Câmara Técnica Florestal o relatório de conclusão das obras de regularização de calhas, margens e controle de processos erosivos dos rios Gualaxo do Norte, Carmo e Doce. Além disso, firmou convênio com a Universidade Federal de Viçosa (UFV) para acompanhamento técnico/científico da restauração florestal.

Deu seguimento à manutenção das obras de bioengenharia para o período de chuvas e realizou a quarta campanha de monitoramento das obras de controle de erosão e de reabilitação de tributários/calha principal entre Fundão e Candonga.

Iniciou os trabalhos de restauração florestal nas frentes 1 e 2 (Mariana e Barra Longa, em Minas Gerais) e apresentou o relatório em resposta as fases 3 e 4 da operação WATU, realizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD), para acompanhamento das ações da Fundação Renova para recuperação ambiental.

Já o processo de contratação da restauração das frentes 3 e 4 está em análise pelo setor de suprimentos da Renova.

Em janeiro, o programa continuou as atividades de cercamento das Áreas de Preservação Permanente (APP’s) que serão recuperadas, incluindo as APP’s de calha dos rios principais, fragmentos florestais e nascentes no município de Mariana (MG). Até o momento, foram executados 36,8 Km de cercas em 55 propriedades rurais atingidas.

Também foram realizadas as manutenções dos serviços de bioengenharia nos tributários classificados como G02, G03 e G04, em atendimento ao relatório do Ibama referente à Fase IV da Operação Áugeas. Para garantir a qualidade desses serviços de bioengenharia, e de outros já realizados, e verificar a necessidade de novas intervenções, a Renova está realizando o monitoramento contínuo em campo.

Em janeiro, as áreas prioritárias 7 e 15 passaram por manutenções corretivas pontuais com serviços de retaludamento, enrocamentos e regevetação. A manutenção das áreas está prevista até que a estabilidade seja garantida, tendo como referência a situação que se encontrava anteriormente ao rompimento.

Os tributários concluídos também estão passando pelo processo de manutenção. Para tributários sem acesso ou com acesso dificultado, o monitoramento está sendo realizado por imagens aéreas (VANT e drones) para acompanhar o processo de regeneração natural.

Outra campanha de monitoramento da vegetação, via levantamento de imagens aéreas, está sendo executada pela empresa Geopixel.

As atividades de restauro florestal na região de Mariana e Barra Longa, em Minas Gerais, tiveram início com as reuniões de kick-off com as empresas Emflortec e Agroflor. Ainda em Barra Longa (MG), a equipe visitou propriedades para seleção de Unidades Demonstrativas de Pastagem Ecológica, para reflorestamento com árvores nativas de valor econômico (Projeto Verena) e sistemas agroflorestais. O mesmo trabalho está sendo conduzido em Santa Cruz do Escalvado (MG).

As equipes do programa realizaram o cercamento das Áreas de Preservação Permanente (APPs) que serão recuperadas, incluindo as de calha dos rios principais, fragmentos florestais e nascentes em 37 propriedades rurais do município de Mariana (MG).
Nas áreas não prioritárias 19, 25 e 27 foram concluídas as obras de controle de erosão e regularização de calhas e margens. As atividades executadas nessas áreas contemplaram a conformação do solo, restituição dos sistemas de drenagem, coveamento, adubação, semeadura manual e aplicação de biomanta e de retentores de sedimentos.

As áreas prioritárias 15A e 15B e não prioritárias 21 e 22A passaram por manutenções corretivas pontuais com coveamento, semeio, adubação e irrigação. Os tributários concluídos também passam pelo processo de manutenção.

Técnicos do programa realizaram expedições de campo na 3ª campanha de monitoramento de intervenções. A divulgação dos resultados está prevista para abril de 2018.

As Áreas de Preservação Permanente (APPs) a serem recuperadas no município de Mariana (MG), incluindo de calha dos rios principais, fragmentos florestais e nascentes, foram cercadas. Até o momento, foram executados 17 Km de cercas em 37 propriedades rurais atingidas.

As áreas 19, 25 e 27, não prioritárias, passaram por obras para regularização de calhas e margens e controle de processos erosivos. As atividades em execução nessas áreas contemplam a conformação do solo, restituição dos sistemas de drenagem, coveamento, adubação, semeadura manual, além de aplicação de biomanta e retentores de sedimentos.
Para garantir a qualidade dos serviços de bioengenharia, monitoramentos em campo foram realizados para verificar a eficiência das atividades executadas e a necessidade de intervenções. Nas áreas onde a cobertura vegetal e os sistemas de contenção de processos erosivos não atenderem os critérios da especificação técnica, seja pelo não desenvolvimento natural ou devido às intervenções de proprietários (como pisoteio de gado), serão programadas manutenções pontuais dos serviços de bioengenharia. Atualmente, uma empresa está dedicada em tempo integral para esses atendimentos.

No mês de novembro, as áreas 15A, 15B (prioritárias), as 21 e 22A (não prioritárias) passaram por manutenções corretivas pontuais com coveamento, semeadura, adubação e irrigação.

Os tributários concluídos também passam pelo processo de manutenção e aqueles sem acesso são monitorados por imagens aéreas (VANT e Drones) quanto ao processo de regeneração natural. No mês de novembro, foi executada mais uma campanha de monitoramento da vegetação, via levantamento de imagens aéreas realizado pela empresa Geopixel.
Os processos de contratação das empresas para execução dos serviços de Restauração Florestal e de Cercamento de APPs em Barra Longa, Ponte Nova, Santa Cruz do Escalvado e Rio Doce (MG) também avançaram em novembro.

Continuaram a ser conduzidas em Mariana (MG), as atividades de cercamento das Áreas de Preservação Permanente (APP). Até o momento, foram executados 10,2 Km de cerca em 19 propriedades rurais atingidas.

Continuam em andamento as obras de regularização de calhas e margens e controle de processos erosivos nas áreas não prioritárias 19, 25 e 27. As atividades em execução nessas áreas abrangem a conformação do solo, restituição dos sistemas de drenagem, coveamento, adubação, semeadura manual e aplicação de biomanta e retentores de sedimentos.

A Renova realizou o monitoramento da eficiência das atividades executadas e a verificação da necessidade de intervenções para garantir a qualidade dos serviços de bioengenharia. Nas áreas onde a cobertura vegetal e os sistemas de contenção de processos erosivos não atenderem os critérios da especificação técnica, são programadas manutenções pontuais dos serviços de bioengenharia. Atualmente, existe uma empresa full time para esses atendimentos. No mês de outubro as áreas prioritárias 3, 5, 6, 7, 8, 10, 11, 13 e 15 e áreas não prioritárias 19, 23 e 24 passaram por manutenções corretivas pontuais como coveamento, semeio, adubação e irrigação.

Os tributários concluídos também passam pelo processo de manutenção. Aqueles sem acesso, são monitorados por imagens aéreas (VANT e Drones) para acompanhamento do processo de regeneração natural. No mês de outubro teve início mais uma campanha de monitoramento da vegetação, via imagens aéreas realizado pela empresa Geopixel.

Foi concluída a terceira campanha de coleta das informações de monitoramento de intervenções prioritárias, que vai permitir avaliar a eficácia das intervenções de recuperação ambiental realizadas no trecho compreendido entre o dique S4 e o reservatório de Candonga.

Início das atividades de cercamento das Áreas de Preservação Permanente (APP) a serem reflorestadas a partir de dezembro de 2017.

As atividades de conformação do solo, restituição dos sistemas de drenagem, coveamento, adubação, semeadura manual e aplicação de biomanta e retentores de sedimentos nas áreas não prioritárias continuam em andamento.

Nas áreas onde a cobertura vegetal e os sistemas de contenção de processos erosivos não atenderem aos critérios de qualidade, seja pelo não desenvolvimento natural da vegetação ou por intervenções, como o pisoteio do gado, serão programadas manutenções pontuais dos serviços de bioengenharia. Atualmente, a empresa responsável está integralmente voltada para esses atendimentos.

Os tributários concluídos também passarão pelo processo de manutenção e as áreas de difícil acesso estão sendo monitoradas por imagens aéreas (Satélites e Drones) para acompanhamento do processo de regeneração natural.

Foi apresentado ao Comitê Interfederativo (CIF) o plano de trabalho para cumprimento da cláusula 160 do Termo de Transação de Ajustamento de Conduta (TTAC), visando a reconformação das calhas, margens e controle dos processos erosivos nos rios Gualaxo do Norte, Carmo e Doce nos municípios de Mariana, Barra Longa, Rio Doce e Santa Cruz do Escalvado, em Minas Gerais.

Foram concluídas as atividades de reabilitação ambiental nas áreas não prioritárias, com a reconformação topográfica das calhas e planícies dos rios principais, bem como a revegetação, a drenagem superficial e o controle de processos erosivos. As áreas não prioritárias foram definidas com base no estudo de geomorfologia que indicaram os locais com menor deposição de rejeitos e/ou menor fragilidade ambiental.

Essas ações buscam evitar novos aportes de sedimentos das margens para a calha do rio e seus afluentes, por meio de medidas de controle de drenagem, enrocamento e bioengenharia. Para garantir o estabelecimento da revegetação, também será realizada a manutenção das áreas por meio de adubação de cobertura e ressemeadura.

As obras de regularização de calhas e margens e controle de processos erosivos nas áreas não prioritárias 19, 21, 25, 26 e 27 continuam em andamento. Nesses locais, os volumes de rejeitos são relativamente pequenos, representando menor risco. O acesso imediato a esses pontos é mais difícil, por apresentarem pequenas planícies de inundação. As atividades em execução nessas áreas contemplam conformação do solo, restituição dos sistemas de drenagem, coveamento, adubação, semeadura manual e aplicação de biomanta e retentores de sedimentos.

As áreas com obras concluídas, periodicamente, passam por monitoramento para evidenciar a eficiência das atividades executadas e identificar locais com a necessidade de manutenção.

A Fundação Renova apresentou à Câmara Técnica de Restauração Florestal e Produção de Água (CTFLOR) o plano de trabalho para recuperação de 2 mil hectares na área ambiental 1.

Conclusão das atividades de reabilitação ambiental nas áreas prioritárias. Reconformação topográfica das calhas e planícies dos rios principais, bem como a revegetação, a drenagem superficial e o controle de processos erosivos. As obras de regularização de calhas e margens e controle de processos erosivos nas áreas não prioritárias continuam em andamento.

Monitoramento das áreas com as obras concluídas com a finalidade de evidenciar a eficiência das atividades executadas e identificar locais com a necessidade de ações de manutenção.

Conclusão do levantamento aéreo de vegetação, por meio de drones. Com o objetivo de quantificar a área revegetada e a biomassa acima do solo, a iniciativa fornecerá os dados necessários para a segunda campanha do Plano de Monitoramento de Intervenções Prioritárias.

Início da elaboração do plano de trabalho para recuperação de dois mil hectares na área ambiental 1, que será aprovado junto ao Comitê Interfederativo (CIF).

Em junho, foram concluídas as atividades de reabilitação ambiental dos 101 tributários impactados mapeados. A reconformação topográfica das calhas e planícies dos rios principais, bem como a revegetação, a drenagem superficial e o controle de processos erosivos foram concluídos em todas as 16 áreas prioritárias, definidas com base no estudo de geomorfologia que indicaram os locais com mais deposição de rejeitos e/ou maior fragilidade ambiental. As ações buscam evitar novos aportes de sedimentos das margens para a calha do rio e seus afluentes, por meio de medidas de controle de drenagem, enrocamento e bioengenharia.

Foram iniciados os trabalhos de reconformação de calhas e margens em três áreas não prioritárias. Nesses locais, os volumes de rejeitos são relativamente pequenos, representando menor risco. Além disso, o acesso imediato a esses pontos era mais difícil, por apresentarem pequenas planícies de inundação.

Em maio, foram recuperados mais 16 afluentes (tributários), chegando a 98 cursos, do total de 101 mapeados.

A reconformação topográfica das calhas e planícies dos rios principais, bem como a revegetação, a drenagem superficial e o controle de processos erosivos foram concluídos em todas as 16 áreas prioritárias, definidas com base no estudo de geomorfologia, que indicaram os locais com mais deposição de rejeitos e/ou maior fragilidade ambiental. As ações buscam evitar novos aportes de sedimentos das margens para a calha do rio e seus afluentes, por meio de medidas de controle de drenagem, enrocamento e bioengenharia. Com o objetivo de garantir o estabelecimento da revegetação, será realizada a manutenção das áreas por meio de adubação de cobertura e ressemeadura, quando necessário.

Foram iniciados os trabalhos de reconformação de calhas e margens nas áreas não prioritárias. Nesses locais, os volumes de rejeitos são relativamente pequenos, representando menor risco. Além disso, o acesso imediato a esses pontos era mais difícil, por apresentarem pequenas planícies de inundação.

No mês de abril, foram recuperados outros oito afluentes, chegando a 82 cursos, de um total de 101 mapeados. Nas áreas prioritárias de Gesteira, Paracatu de Cima, Ponte do Gama e Bicas foram realizados serviços de controle de erosão.

Seguem em andamento a elaboração de projetos de engenharia em áreas não prioritárias e as ações de recuperação em áreas prioritárias, com serviços de regularização de calhas e margens e controle de processos erosivos nos rios Gualaxo do Norte, Carmo e Doce.

Em março, foram recuperados mais quatro afluentes, totalizando 74 tributários concluídos de 101 mapeados. Seguem em andamento a elaboração de projetos de engenharia em áreas não-prioritárias e as ações de recuperação em áreas prioritárias, com serviços de regularização de calhas e margens e controle de processos erosivos nos Rios Gualaxo do Norte, Carmo e Doce. Ao todo, 921 pessoas foram mobilizadas pelas ações do programa.

Em relação à recuperação ambiental, 935 colaboradores estiveram envolvidos nas atividades. Houve 65% de avanço nos serviços de recuperação ambiental das áreas prioritárias e 67% de avanço nos serviços de recuperação ambiental dos afluentes. Foi concluído o plantio de 15 espécies arbóreas em 78 parcelas ao longo das Áreas de Preservação Permanente (APPs), além da implementação 579 plots de vegetação para avaliação dos percentuais de cobertura vegetal já amostradas. Por fim, 45 réguas de monitoramento de acúmulo de sedimentos foram instaladas em diversas áreas prioritárias.

Desde janeiro de 2016, 63 tributários foram recuperados e 52% das obras de reconformação das calhas e controle de erosão das áreas prioritárias foram executadas. Foi iniciado o teste piloto de revegetação em áreas de preservação permanente impactadas com espécies nativas, além da emissão de projetos de recuperação das áreas não prioritárias.

O relatório dos testes de lixiviação de longo termo confirma que é improvável que o solo e sedimento afetados liberem elevadas concentrações de metais para a água subterrânea, em condições submersas ou durante intemperismo em condições de exposição. Devido ao seu baixo conteúdo de metais-traço e da sua natureza mais cristalina, os rejeitos, possivelmente, não contribuem significativamente para a mobilização adicional de metais.

Já o relatório da avaliação da presença de metais nas planícies de inundação apresenta que é provável que os solos afetados pelos rejeitos estejam adequados para produção agrícola de culturas que são mais tolerantes a esses metais (As, Co, Mn e V), tais como algodão, capim nilo e batata e para as plantas nativas para revegetação da área e recuperação do ecossistema natural. Devem ser tomadas precauções para a produção de culturas agrícolas como arroz, cevada, rabanete e feijão de soja na área onde o arsênio e o manganês no solo excederam os Indicadores Ecológicos dos Solos para plantas. As elevadas concentrações desses elementos nos solos de planícies de inundação afetadas são em grande parte devido ao tipo de solo da bacia ou à geologia local. Evidência indica que concentrações de arsênio, cobalto, manganês e vanádio são relativamente baixas nas amostras de rejeitos coletadas na barragem de rejeitos de Fundão, como apresentado no relatório de Golder (2016).

Desde janeiro de 2016, 60 tributários foram recuperados e 52% das obras de reconformação das calhas e controle de erosão das áreas prioritárias foram executadas. Tais áreas, agora, contam também com estruturas para monitoramento. Além disso, teve início a elaboração de projetos para as áreas não prioritárias e, também, as atividades de manutenção da revegetação inicial emergencial de 800 hectares. Foram realizados testes de lixiviação, que simulam diferentes ambientes de posicionais durante 20 semanas. Tais testes auxiliam a Fundação Renova a entender a estabilidade química dos materiais depositados à jusante da barragem de rejeitos de Fundão e nas diferentes áreas de deposição, no longo prazo. Os resultados confirmam que é improvável que o solo e o sedimento afetados liberem elevadas concentrações de metais para a água subterrânea em condições submersas ou durante intemperismo em condições de exposição. Devido ao seu baixo conteúdo de metais-traço e da sua natureza mais cristalina, os rejeitos, possivelmente, não contribuem significativamente para a mobilização adicional de metais. De acordo com o Relatório da Avaliação da Presença de Metais nas Planícies de Inundação, é provável que os solos afetados pelos rejeitos nas planícies de inundação estejam adequados para produção agrícola de culturas mais tolerantes a esses metais, tais como algodão, capim Nilo, batata e também das plantas nativas a serem utilizadas na revegetação da área e recuperação do ecossistema natural. Devem ser tomadas precauções para a produção de culturas agrícolas como arroz, cevada, rabanete e feijão de soja na área onde o arsênio e o manganês no solo excederam os Indicadores Ecológicos dos Solos para plantas.

De janeiro até novembro, 60 tributários foram recuperados e 48% das obras de reconformação das calhas e controle de erosão das áreas prioritárias foram executadas. Além disso, foram realizados testes de lixiviação, que simulam diferentes ambientes deposicionais durante 20 semanas. Tais testes auxiliam a Fundação Renova a entender a estabilidade química dos materiais depositados à jusante da barragem de rejeitos de Fundão e nas diferentes áreas de deposição, no longo prazo. Os resultados confirmam que é improvável que o solo e o sedimento afetados liberem elevadas concentrações de metais para a água subterrânea em condições submersas ou durante intemperismo em condições de exposição. Devido ao seu baixo conteúdo de metais-traço e da sua natureza mais cristalina, os rejeitos, possivelmente, não contribuem significativamente para a mobilização adicional de metais. De acordo com o Relatório da Avaliação da Presença de Metais nas Planícies de Inundação, é provável que os solos afetados pelos rejeitos nas planícies de inundação estejam adequados para produção agrícola de culturas mais tolerantes a esses metais, tais como algodão, capim Nilo, batata e também das plantas nativas a serem utilizadas na revegetação da área e recuperação do ecossistema natural. Devem ser tomadas precauções para a produção de culturas agrícolas como arroz, cevada, rabanete e feijão de soja na área onde o arsênio e o manganês no solo excederam os Indicadores Ecológicos dos Solos para plantas.

No mês de outubro, foi concluída a recuperação de um tributário, o detalhamento das atividades de bioengenharia nas áreas prioritárias e a elaboração de manual técnico para padronização da atuação nas obras de drenagem. No mesmo período, foram disponibilizados dados no WebGis dos órgãos ambientais (ferramenta que permite integrar informações espaciais georreferenciadas e tabulares e apresentá-las para consulta de forma interativa).

Foram concluídos 56 tributários, além do alinhamento com órgãos ambientais sobre as soluções a serem implementadas nas obras de reconformação das calhas dos rios.


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2 comentários

    Olá, tenho um tereno as margens do Paraopeba, em São Joaquim de Bicas e tenho interesse em fazer um viveiro para gerar 200.000 mudas de espécies nativas em um ano, como devo proceder em relação ao apoio de vocês? Já estou com o projeto pronto e gostaria de saber se podem fornecer os insumos necessários e/ou a compra de mudas? Ou se alguém responsável para me orientar.
    Desde já agradeço,
    denerachaves@gmail.com

    Olá, Dener. Fomos criados, em 2016, para implementar os programas de reparação e compensação da bacia do rio Doce, estabelecidos no Termo de Transação e Ajustamento de Conduta (TTAC), assinado pela Samarco, Vale, BHP e governos federal, de Minas Gerais e do Espírito Santo. Nossas ações visam reparar os danos causados pelo rompimento, proporcionar iniciativas que ajudem as comunidades a resgatar as suas relações com a bacia do rio Doce e construir um legado para um futuro sustentável. Continue acompanhando as ações em nossas redes sociais e ou por aqui!

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