Fundação Renova

Crianças de Tumiritinga participam de coleta e monitoramento da água do rio Doce

Publicado em: 06/08/2019

Monitoramento da Água

Alunos de uma escola local viram de perto como funciona o trabalho do Programa de Monitoramento Quali-Quantitativo Sistemático de Água (PMQQS)

 

Em Tumiritinga, Minas Gerais, crianças da Escola Municipal Professora Alcina Silva de Miranda puderam aprender na prática sobre o monitoramento da água do rio Doce, realizado pela Fundação Renova. Eles coletaram uma amostra de água do rio e realizaram testes que medem parâmetros de qualidade, como pH, turbidez e outros elementos. A ação aconteceu em junho, em um evento que celebrou também o Dia Mundial do Meio Ambiente.

Foto: Leo Morais

O estudante Alexander Rocha foi o sorteado para ir de barco fazer a coleta da água junto da equipe de campo do programa. Acompanhado dos responsáveis, ele conta que foi um momento muito importante. “Eu coletei a água e aprendi sobre ela. Tiramos muitas fotos com um drone. Foi muito legal”, afirma.

Depois de realizar a coleta, ele relatou a experiência aos cerca de 20 colegas que o esperavam próximos às margens do rio. Os testes na água foram feitos na frente de todos os estudantes, que assistiram atentos às explicações. 

“Conversamos com os alunos sobre a importância da água para consumo e apresentamos as ações de monitoramento da qualidade da água bruta do rio Doce e da água tratada. Também mostramos os equipamentos utilizados durante as coletas de água e para o monitoramento, além de usarmos um kit que simula uma prática de análise de água”, conta Soraia Silva, analista socioambiental da Fundação Renova.

Veja o vídeo do evento: 

Outras atividades

Além da coleta no rio, as crianças participaram de brincadeiras, assistiram a um teatro sobre educação ambiental e acompanharam uma explicação sobre o trabalho do PMQQS.

Foto: Leo Morais

“Os alunos tiraram dúvidas, participaram bastante, viram como é feito o trabalho de monitoramento. Acredito que a ação foi muito válida para o conhecimento deles”, afirma Débora Oliveira, professora da escola de Tumiritinga.

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