Fundação Renova

A Fundação

A Fundação Renova é a entidade responsável pela mobilização para a reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG). Trata-se de uma organização sem fins lucrativos, resultado de um compromisso jurídico chamado Termo de Transação e Ajustamento de Conduta (TTAC). Ele define o escopo da atuação da Fundação Renova, que são os 42 programas que se desdobram nos muitos projetos que estão sendo implementados nos 670 quilômetros de área impactada ao longo do rio Doce e afluentes. As ações em curso são de longo prazo.

Ao estabelecer uma organização dedicada exclusivamente ao processo de reparação, também foi criado um modelo de governança robusto, com presença de mais de 70 entidades. As respostas para cada desafio são obtidas em conjunto, sendo que nenhuma parte envolvida tem controle sobre a decisão.

A Fundação Renova reúne técnicos e especialistas de diversas áreas de conhecimento, dezenas de entidades de atuação socioambiental e de conhecimento científico do Brasil e do mundo e soma hoje cerca de 7 mil pessoas (entre colaboradores próprios e parceiros) trabalhando no processo de reparação, de Mariana à foz do rio Doce.

CONHEÇA O ESTATUTO

Dados Financeiros

Entenda a distribuição dos valores pagos nas ações de reparação e compensação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão.

Orçamento previsto para as ações de reparação e compensação

R$12,31
BILHÕES

Não existem restrições orçamentárias para
as ações reparatórias previstas pelo TTAC.

Até o momento, foram desembolsados

R$8,48
BILHÕES

nas ações de reparação.

R$4,68
BILHÕES

orçamento previsto para 2020.

R$2,72
BILHÕES

orçamento executado em 2019.


Valores pagos em

INDENIZAÇÕES

R$1,15
BILHÃO

Dano Água e Dano Geral

R$1,27
BILHÃO

Auxílio Financeiro Emergencial

Foram gerados R$142,6 MILHÕES de ISS para os municípios da área impactada até o momento

*Informações atualizadas até março de 2020

O Rompimento da Barragem

O rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), ocorreu em 5 de novembro de 2015, quando aproximadamente 39,2 milhões de metros cúbicos de rejeitos atingiram o rio Gualaxo do Norte, em Mariana, de onde desaguaram no rio Doce e seguiram até a foz.

Ao longo desse percurso, a lama causou a morte de 19 pessoas e uma série de impactos, específicos em cada trecho por onde passou, em 39 municípios de Minas Gerais ao Espírito Santo, ao longo de 670 quilômetros.

Além dos graves impactos ambientais, o desastre de Mariana resultou em danos sociais e econômicos, e o componente social sobressai como o eixo condutor dos desafios que o processo de reparação precisa superar.

Para saber mais sobre o rompimento, clique aqui.

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